Em 17 de Novembro foi uma grande oportunidade para que as vinícolas uruguaias mostrarem seus melhores produtos e os introduzirem aos novos consumidores e a imprensa especializada. O estabelecimento da família Giménez Méndez aproveitou a oportunidade para lançar no mercado local este produto que saiu a venda em junho deste ano e atualmente exporta-se para o Brasil e os Estados Unidos.
A vinícola de Santos Lugares aponta à temporada estival que já está perto com um tinto -assemblage de Sangiovese e Cabernet Franc- jovem, muito fresco e frutado; e um rosé -assemblage em igual proporção de Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon- equilibrado e muito agradável ao paladar.
A vinícola de Pablo Fallabrino e Mariana Cerutti lançou seu novo produto: um assemblage de Cabernet Sauvignon e Tannat que com 18 meses de carvalho vem a somar-se a sua linha de vinhos reserva apontada ao mercado norte-americano.
Concretizando o sono de Luis A. Giménez, a esposa Marta Méndez Parodi junto aos filhos Mauro e Luis Giménez Méndez conduziram a vinícola fundada por ele em 1990 até o presente em que o reconhecimento internacional chegou depois da exportação a dez países e das medalhas nos mais importantes certames do mundo.
Com marcado sucesso desenvolveu-se o Festival da Poda programado pelas vinícolas grupadas na Associação de Turismo Enológico do Uruguai. O site Bodegas del Uruguay recorreu várias delas durante o evento, recolhendo o testemunho da diversidade de estilos que diferenciou umas das outras, mas também suas notas comuns: calidez e hospitalidade.
Na quinta-feira, 5 de Agosto, num evento para fornecedores, amigos e mídia, Bodega Casa Filgueira apresentou seu novo vinho Fuga em três variedades: Tannat, Cabernet Sauvignon e Merlot rosé, uma linha com alvo num público mais jovem, estreando uma categoria que atualmente não existe no mercado de vinhos uruguaios.
Com uma grande festa no Radisson Montevideo Victoria Plaza à qual assistiram 200 convidados, a bodega de Santos Lugares apresentou seus novos produtos que levam o nome de Osiris, o deus egípcio da vitivinicultura, em versões Merlot e Tannat.
O primeiro que impressiona o visitante quando chega até Castel La Puebla, onde está a vinícola de Héctor Stagnari e Virginia Moreira, é o requinte dos mínimos detalhes: desde a arquitetura até o desenho da paisagem. Com certeza, o mesmo requinte que Héctor põe em criar cada um dos seus vinhos, de largo reconhecimento internacional.
Mais de um século passou desde que Juan Bautista Passadore colheu os primeiros cachos de nebbiolo. Cinco gerações de Passadore e de Mutio honraram o trabalho e a memória do fundador construindo uma empresa que foi e até hoje é um exemplo dentro e fora de sua comunidade, firmes na adversidade e agora frente ao desafio que significa competir num mercado que há crescido e procura a excelência.
As vinícolas uruguaias tornaram-se um objetivo aquecível para os turistas argentinos -particularmente os portenhos e litoralenses- interessados em conhecer os segredos do vinho, por quanto é muito mais simples em tempos e custos do que viajar até as vinícolas argentinas de Mendoza, Neuquén ou Salta; disse um artigo no influente jornal La Nación.